quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Alienar. Olhos fixos na bola.
Pra lá. Pra cá.

Como num movimento de negação da cabeça. Negar a realidade?

Pra lá. Pra cá.
E a estranha felicidade do gol.
GOOOOOOOOOOOOOOOL!

Negar a realidade?








sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Vazio, sofá, um quadro a esquerda. Reticências. O primeiro pedaço do sétimo bolo. Reticências. O choro materno ao telefone. Reticências. As risadas não compreendidas. As brigas presenciadas. Reticências. Reticências. Reticências ...
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Reticências ... A cada lembrança, mais ou menos reticências?
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Seriam, alias, essas lembranças verdadeiras, reais, ou seriam fruto da minha imaginação?
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Por que recordar? Por que o desejo de uma plateia? Por que insistir em recordar e relatar?
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Seria o desejo de viver em uma novela romântica? Não. Nada há de romântico nessa história.
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Seria, então, uma forma de dizer: "olha como eu sofri"? Não. Não.
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Não é isso.
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É mais provável que seja uma forma de tornar o passado real. Revivê-lo. Recriá-lo a partir dos fatos. Porque, afinal, tudo aquilo vivido não passou de uma grande mentira.
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Quer saber a real verdade? Nem eu mesma sei. Não sei os motivos. Não sei até que ponto os fatos são verdadeiros, reais.
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Sei apenas que não devo envolver ninguém nessa bolha dantesca.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

não suportei, não suporto, não irei suportar!

domingo, 5 de setembro de 2010

Como uma montanha-russa. Assim é a vida. Altos. Baixos.

Embora a tontura e o medo, esquecemos a última ida e nos aventuramos mais uma vez.



Sentar na primeira fileira? Só doido!

Mas aquele que senta lá no fundo, sofre as tais emoções de forma mais branda.

Encarar de frente os problemas nos torna mais fortes.

Não os evite!



Sente na frente, lute, sofra.

Você irá se tornar uma pessoa melhor!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Petróleo? Onde?! Onde?!